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11 de dezembro de 2011

A morte disfarçada de anjo

A muito a frase acima me inquieta, muito pensei, mas não escrevi, deixando que a questão fosse aos poucos ficando a segundo plano, mas diante da velocidade dos fatos é impossível não pensar no que afirmo que "a morte está disfarçada de anjo". 
Explico! Quantas vezes na nossa correria do dia-a-dia esquecemos algo, de seguir orientações, de nos atentarmos para as mazelas do mundo. E um fato certa vez me chamou a atenção e fez com que refletisse para que as famílias ficassem mais atentas para os lugares que seus filhos frequentam, da observância com quem estão e muito mais, toda "vigilância" é pouca diante da violência que está à nossa espera. 
Voltando à questão uma certa noite voltava de um curso, depois de um exaustivo dia, e vendo a movimentação de pessoas no parque vaca brava tão tarde, me fez deter o olhar para os jovens que ali estavam, porém não estavam vindo da escola e estavam buscando algo que não deveria fazer parte da vida deles, é sim, estavam à procura de drogas e que as vendia era esse 'anjo' que carregava consigo bilhetes para nosso acesso ao transporte coletivo e outros bilhetes que levavam estes jovens a uma vida sem sentido quando a euforia das drogas acabava e é claro que iriam a este outro jovem buscar novos prazeres se é que isso pode se dizer que é prazer. 
Acredito e defendo em outras formas de viver, como estar com a famílias e amigos em  reunião conversando besteiras e fazendo planos para o futuro, mas os jovens não querem isso querem o que as famílias lhe oferecem: dinheiro para deixá-las em paz e dizem"faça o que você quiser, desde que me deixe trabalhar". A muito o trabalho aliena as pessoas e a tal ponto que não nos percebemos mais. E os jovens? Delegados à própria sorte querendo o que tem e quando não o tem desejam o do outro e fazem de tudo para suprir seus desejos de consumo. É a palavra da moda é estar 'consumir', consumir até a ponto de não se perceber, cada dia uma nova moda para roupas, cabelos, tecnologias.... Quando daremos um ponto final? Pensar, refletir e mais do que isso, agir o mais rápido possível, temos o dever de salvar nossos jovens da violência que nos cerca.  

1 de dezembro de 2011

Primeiras escritas?

Ah! a quanto tempo não me dedico a escrever livremente. Penso o quão é bom e prazeroso refletir sobre a vida, os acontecimentos cotidianos, nossas (in)certezas, planos para o futuro que é daqui a pouco. É impossível não vivenciar planos, o que fazer, com quem estar e porque estar, temos uma função importante na nossa vida que não pode passar despercebida "Sermos Felizes" como disse meu saudoso mestre profº. Antônio César e reafirmo Porquê Não?